{"id":609,"date":"2024-05-28T10:35:18","date_gmt":"2024-05-28T13:35:18","guid":{"rendered":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/?page_id=609"},"modified":"2024-05-28T10:35:18","modified_gmt":"2024-05-28T13:35:18","slug":"disciplinas-obrigatorias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/disciplinas-obrigatorias\/","title":{"rendered":"Disciplinas Obrigat\u00f3rias"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-103daed7 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-b6d3d7bb\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-29a242ee alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-8b84b66e035f69f37dd2280db7112b6c\">EMPREENDEDORISMO<\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: EMP<br>N\u00famero: 15<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 05\/05\/2016 \u00e0 07\/05\/2016<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Hist\u00f3ria do Empreendedorismo. Indicadores do Empreendedorismo e Desenvolvimento Econ\u00f4mico. Fases do Processo Empreendedor. Empreendedorismo Social. Startups. Capital Empreendedor. Instrumentos administrativos para o empreendedor na \u00e1rea da Sa\u00fade. Intra empreendedorismo.<br>O objetivo deste m\u00f3dulo \u00e9 apresentar uma contextualiza\u00e7\u00e3o sobre o tema Empreendedorismo e as caracter\u00edsticas do comportamento empreendedor.<br>Proporcionar ao p\u00f3s graduando o conhecimento das caracter\u00edsticas empreendedoras, a busca das oportunidades de neg\u00f3cios e o desenvolvimento do plano de neg\u00f3cios de empresas de apoio ao desenvolvimento sustent\u00e1vel.<br>Conceitos. Mudan\u00e7as nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho. Caracter\u00edsticas empreendedoras. A motiva\u00e7\u00e3o na busca de oportunidades. O funcionamento de um neg\u00f3cio. Estudo de viabilidade. Plano de neg\u00f3cios.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>\u00c1CS, Zolt\u00e1n et.al. Global Entrepreneurship &amp; Development Index 2014.<br>Washington D.C., EUA. The Global Entrepreneuship and Development Institute,<br>2014.<br>ANDREASSI, T.; GRECO, S. M. S. S; DUARTE, E. C. V. G.; SARFATI, G.;<br>MACHADO, J. P.; FELIX, J. C.; PANSARELLA, L.; AIDAR, M. Empreendedorismo no Brasil: 2011. Curitiba, 2011.<br>MATOS, M. M.; ANDREASSI, T.; GRECO, S. M. S. S. Empreendedorismo no<br>Brasil: 2013. Curitiba, 2013.<br>BERNARDO, N. R. R; VIEIRA, E. T.; ARAUJO, E. A. S. A Relev\u00e2ncia da atividade empreendedora para o desenvolvimento econ\u00f4mico de um pa\u00eds. Revista Cient\u00edfica On-line Tecnologia, Gest\u00e3o e Humanismo. Faculdade de Tecnologia de Guaratinguet\u00e1. Revista v.2, n.1, 2013.<br>CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao esp\u00edrito empreendedor. Saraiva, 2012.<br>GEM 2014 \u2013 Global Entrepreneurship Monitor 2014. Relat\u00f3rio Executivo &#8211;<br>Empreendedorismo no Brasil 2014. Curitiba: IBPQ, 2014.<br>GEM 2015 \u2013 Global Entrepreneurship Monitor 2015. Relat\u00f3rio Executivo &#8211;<br>Empreendedorismo no Brasil 2015. Curitiba: IBPQ, 2015.<br><\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-876c15f8 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-ec2f2ed8\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-80a879fc alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-fd41a674f8320fca9dddbf16296aed05\"><strong><em>REGISTROS, PATENTES E PROPRIEDADE INTELECTUAL<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: PAT<br>N\u00famero: 001<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 12\/05\/2016 \u00e0 14\/05\/2016<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Conceitos b\u00e1sicos; O que \u00e9 uma patente; o que \u00e9 patente\u00e1vel; A que se aplica a prote\u00e7\u00e3o via patente; Arcabou\u00e7o legal sobre patentes no Brasil e no mundo; Processo para obter uma patente; Custos relacionados \u00e0 obten\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da patente; Retribui\u00e7\u00f5es ao inventor\/titular da patente; A titularidade\/co-titularidade das patentes; Tempo para obter uma patente; Diferen\u00e7a entre registrar e obter a patente. O que \u00e9 propriedade intelectual e quais suas aplica\u00e7\u00f5es.<br>O Obnjetivo \u00e9 fornecer aos p\u00f3s graduandos uma vis\u00e3o ampla sobre os Registros, Patentes e Propriedade Intelectual com foco na produto de Mestrado Profissional.<br>Apresentar vis\u00e3o geral sobre o sistema de patentes. Mostrar alguns temas pol\u00eamicos relacionados a patentes, tais como, licenciamento compuls\u00f3rio, pedidos de patente pipeline, subs\u00eddio a exame, anu\u00eancia pr\u00e9via. Orientar na busca em sites de base de patentes. Mostrar no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de marcas, indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, transfer\u00eancia de tecnologia e software.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>CONSELHO UNIVERSIT\u00c1RIO &#8211; CONSUN\/UEPA. Resolu\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o de 2013. Disp\u00f5e sobre a pol\u00edtica de inova\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o da propriedade intelectual na UEPA e sobre a transfer\u00eancia de tecnologias para o mercado.<br>Lei n\u00ba 9279, de 14 de maio de 1996. Regula direitos e obriga\u00e7\u00f5es relativos a propriedade industrial. Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, Bras\u00edlia, DF, 15 maio 1996. Disponivel em:&lt;http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L9279.htm\/<br>Lei 9.610, de de 19 de fevereiro de 1998. Altera, atualiza e consolida a legisla\u00e7\u00e3o sobre direitos autorais e d\u00e1 outras provid\u00eancias. Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, Brasilia, DF,20\/02\/1998. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9610.htm.<br>Lei n\u00ba 10973, de 02 de dezembro de 2004. Disp\u00f5e sobre incentivos \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e \u00e0 pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica no ambiente produtivo e d\u00e1 outras provid\u00eancias. Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o , Brasilia, DF, 02 de dez. de 2004. Disponivel em: &lt;http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L10973.htm<br>LIMA, Francisca;TAPAJ\u00d3S, Sonia I.L; Manual de Propriedade Intelectual da FUCAPI.Manaus:FUCAPI,2010.<br>PATENTES FARMAC\u00caUTICAS: por que dificultam o acesso a medicamentos? . Rio de Janeiro: ABIA,2006.<br>PILA. Material de treinamento PI b\u00e1sico.1\u00aa.ed. Tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas pela Inova Unicamp.Mar\u00e7o:2010.<br>PIMENTEL, Luiz Ot\u00e1vio. Propriedade intelectual e universidade: aspectos legais . Florian\u00f3polis, SC: konrad-Adenauer-Stiftung, 2005. 182p.<br>PROPRIEDADE intelectual: interfaces e desafio. Rio de Janeiro: ABIA REBRIP, 2007. 177p. ISBN 9788588684331 (broch.)<br>SANDRI, Delma da Silva. Propriedade intelectual sobre recursos naturais: implica\u00e7\u00f5es \u00e9ticas e s\u00f3cios-econ\u00f4micas. Cadernos do CEAM, Bras\u00edlia, DF , v.5, n.18 , p.133-150, jun.2005<br>SILVEIRA, Newton. 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Rio de Janeiro\/S\u00e3o Paulo. 2008.<br>BARBOSA, Denis Borges. Uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 propriedade intelectual. Lumen J\u00faris.. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro, 2003.<br>BRASIL. Lei n.\u00ba 5.772. Institui o C\u00f3digo da Propriedade Industrial, e d\u00e1 outras provid\u00eancias. 21 dez. 1971, Rio de Janeiro, 1971.<br>BRASIL. Lei da Propriedade Industrial n.\u00ba 9.279. Regula direitos e obriga\u00e7\u00f5es relativos \u00e0 propriedade industrial. 14 mai 1996. Rio de Janeiro. 1996.<br>MACEDO, Maria Fernanda Gon\u00e7alves. Patentes, Pesquisa &amp; Desenvolvimento : Um manual de propriedade intelectual. \u2013 Primeira Edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro. FIOCRUZ \u2013 2000.<br>TACHINARDI, Maria Helena. A Guerra das Patentes &#8211; Conflito Brasil X EUA Sobre Propriedade Intelectual. Editora Paz e Terra. 1993.<br>Cerqueira, Jo\u00e3o da Gama. Tratado da Propriedade Industrial. Vol. II &#8211; Tomo II. Editora Lumen Juris.<br>Domingues, Douglas Gabriel. Coment\u00e1rios \u00c0 Lei da Propriedade Industrial. Editora: Forense.<br>Jungmann, Diana de Mello. Inova\u00e7\u00e3o e propriedade intelectual: guia para o docente. Bras\u00edlia: SENAI, 2010.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-dddf5ac1 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-5a463a59\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-76a251ec alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-99902db93235177844dd0720dd03f7ea\"><strong><em>METODOLOGIA DA PESQUISA<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: MET<br>N\u00famero: 002<br>Cr\u00e9ditos: 3<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 09\/06\/2016 \u00e0 18\/06\/2016<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>O M\u00e9todo Cient\u00edfico nas ci\u00eancias da sa\u00fade. T\u00e9cnicas de investiga\u00e7\u00e3o, temas de investiga\u00e7\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o das abordagens, quest\u00f5es operacionais e instrumentais da pesquisa em sa\u00fade dando \u00eanfase aos aspectos reflexivos e cr\u00edtico. Bases do Curriculo Lattes e da Plataforma Brasil, principios na elabora\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de projetos. Projetos de interven\u00e7\u00e3o e de investiga\u00e7\u00e3o. Delineamento e fundamentos te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos da pesquisa cient\u00edfica em sa\u00fade. A constru\u00e7\u00e3o do problema de pesquisa. Premissas e passos do processo de pesquisa em sa\u00fade. Diferencia\u00e7\u00e3o das bases de refer\u00eancias (ABNT x Vancouver). Modelos de Amostragem. Testes e Procedimentos Estat\u00edsticos. Planejamento e execu\u00e7\u00e3o de pesquisa experimental. Problemas conceituais e operacionais na pesquisa cient\u00edfica em sa\u00fade e sua publica\u00e7\u00e3o.<br>Ao final da disciplina o PG dever\u00e1 conhecer e correlacionar os fundamentos, os m\u00e9todos e as t\u00e9cnicas de an\u00e1lise presentes na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico. Compreender as diversas fases de elabora\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de pesquisas e trabalhos acad\u00eamicos. Elaborar e desenvolver pesquisas e trabalhos cient\u00edficos obedecendo \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es e normas vigentes nas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino e Pesquisa no Brasil. Fundamentos da Metodologia Cient\u00edfica. A Comunica\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica. M\u00e9todos e t\u00e9cnicas de pesquisa. A comunica\u00e7\u00e3o entre orientados\/orientadores. Normas para Elabora\u00e7\u00e3o de Trabalhos Acad\u00eamicos. O pr\u00e9-projeto de pesquisa. O Projeto de Pesquisa. O Experimento. A organiza\u00e7\u00e3o de texto cient\u00edfico pelas Normas ABNT e Estilo Vancouver. Diferen\u00e7as e aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>PROGRAMA\u00c7\u00c3O:<br>&#8211; Plataforma Lattes, Planilha de produ\u00e7\u00e3o e Plano estrat\u00e9gico)<br>&#8211; Plataforma Brasil, CEUA e Preenchimento de projeto. An\u00e1lise de TCLE.<br>&#8211; Avalia\u00e7\u00e3o dos projetos preenchidos<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Elaborando um &#8220;Objetivo&#8221;<br>&#8211; Desenho de estudo e sua execu\u00e7\u00e3o<br>&#8211; MP: Produto \/ valida\u00e7\u00e3o \/ artigo [Objetivo e desenho do estudo com grupos]<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Programa\u00e7\u00e3o:<\/summary>\n<p>Plataforma Lattes, Planilha de produ\u00e7\u00e3o e Plano estrat\u00e9gico)<br>&#8211; Plataforma Brasil, CEUA e Preenchimento de projeto. An\u00e1lise de TCLE.<br>&#8211; Avalia\u00e7\u00e3o dos projetos preenchidos<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Elaborando um &#8220;Objetivo&#8221;<br>&#8211; Desenho de estudo e sua execu\u00e7\u00e3o<br>&#8211; MP: Produto \/ valida\u00e7\u00e3o \/ artigo [Objetivo e desenho do estudo com grupos]<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>Almeida ML. Como elaborar monografias. 3\u00aa ed. Bel\u00e9m (PA): CEJUP; 1992.<br>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas. Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas: procedimentos. NBR 6023. Rio de Janeiro (RJ): ABNT; 1989.<br>Campana AO. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. 1\u00aa ed. Botucatu (SP): UNESP ? Botucatu; 1995.<br>C\u00f3digo de \u00e9tica m\u00e9dica. On line. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Bras\u00edlia (DF) 1999. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.cfm.org.br\/<br>C\u00f3digo de Nuremberg. On line. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre (RS) 1997. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.hcpa.ufrgs.br\/gppg\/nuremcod.htm<br>Declara\u00e7\u00e3o de Helsinque. On line. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre (RS) 1997. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.hcpa.ufrgs.br\/gppg\/helsin5.htm<br>DeCS &#8211; Descritores em Ci\u00eancias da Sa\u00fade. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): Bireme\/Opas; 1997.<br>F\u00e9lix VN, Gerstler JG. Pesquisa cl\u00ednica, planejamento, realiza\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o. 1\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): Sociedade Paulista de Terapia Intensiva (SOPATI); 1993.<br>Fernandes F, Luft CP, Guimar\u00e3es FM. Dicion\u00e1rio Brasileiro Globo. 47\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): Globo Editora; 1997.<br>Goldenberg S. Manual: orienta\u00e7\u00e3o normativa para elabora\u00e7\u00e3o de teses, instru\u00e7\u00f5es, normas para refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): UNIFESP-EPM; 1996.<br>Index Medicus. On line. 1999. INDEX MEDICUS (EUA) 1999. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.index-medicus.com\/<br>Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 bio\u00e9tica. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. 1\u00aa ed. Bras\u00edlia (DF): CFM; 1998.<br>International Committee of Medical Journal Editors. Uniform requeriments for manuscripts submitted to biomedical journals. Ann. Intern. Med. 1997; 126: 36-47.<br>International Committee of Medical Journal Editors. Uniform requeriments for manuscripts submitted to biomedical journals. J. Hepatol. 1997; 27: 218-30.<br>International Serials Data System &amp; International Organization For Standardization &#8211; Liste d?abreviations de mots des titres de publications en s\u00e9rie: conforme a ISO 4-1984\/List of serial title word abreviations in accordance with ISO 4-1984, Paris, ISDS\/ISO, 1985.<br>L\u00fcdke M, Andr\u00e9 MEDA. Pesquisa em educa\u00e7\u00e3o: abordagens qualitativas. 1\u00aa ed. 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S\u00e3o Paulo: Cortez, 1986. 237 p.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-fb448d24 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-0939584f\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-8d1b5781 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-af67dae80b42301c8a8b1ddbbf52c699\"><strong><em>EXPERIMENTA\u00c7\u00c3O ANIMAL: BIOTERISMO E MODELOS EXPERIMENTAIS<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00famero: 003<br>Cr\u00e9ditos: 3<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 20\/08\/2015 \u00e0 &#8211;<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>A disciplina informar\u00e1 aos p\u00f3s-graduandos os aspectos \u00e9ticos e legais que envolvem os cuidados com animais de experimenta\u00e7\u00e3o, incluindo manuten\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o. Estrutura de biot\u00e9rio. Principais linhagens, caracter\u00edsticas e aplicabilidade como modelo experimental. Principais modelos experimentais para coleta de material, estudos de inflama\u00e7\u00e3o, isquemia -reperfus\u00e3o tecidual, prolificidade e transplantes. Funcionamento e atividades do CEUA. Elabora\u00e7\u00e3o de projetos ao CEUA. Modelos experimentais alternativos n\u00e3o animais para o ensino e pesquisa: desenvolvimento e valida\u00e7\u00e3o de novos modelos experimentais.<br>O objetivo \u00e9 oferecer aos participantes informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre bem estar animal, abrangendo caracter\u00edsticas fisiol\u00f3gicas, comportamento, reprodu\u00e7\u00e3o, nutri\u00e7\u00e3o nas esp\u00e9cies de maior utiliza\u00e7\u00e3o, bem como no\u00e7\u00f5es sobre sua produ\u00e7\u00e3o em biot\u00e9rios e posterior utiliza\u00e7\u00e3o em pesquisas. Legisla\u00e7\u00e3o e \u00c9tica na utiliza\u00e7\u00e3o de animais de laborat\u00f3rio. Uso dos 3Rs e as alternativas para o uso de animais no ensino e pesquisa. Classifica\u00e7\u00e3o de biot\u00e9rios e seu papel na universidade. Manejo das principais esp\u00e9cies de animais de laborat\u00f3rio. Etologia e enriquecimento ambiental. Biosseguran\u00e7a. Vias de administra\u00e7\u00e3o e coleta de material. Analgesia, anestesia, cuidados nos procedimentos experimentais invasivos e p\u00f3s-operat\u00f3rio. Eutan\u00e1sia e descarte de res\u00edduos biol\u00f3gicos. No sub m\u00f3dulo \u201cModelos experimentais\u201d os PGs s\u00e3o estimulados a conhecer a produ\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica desenvolvida no programa, assim como desenvolv\u00ea-la com modelos de utilidade. O intuito \u00e9 desenvolver a sagacidade, capacidade inventiva e criativa, assim como estimular a substitui\u00e7\u00e3o de modelos animais tanto de pesquisa quanto de ensino, por modelos n\u00e3o animais, gerando produtos e patentes.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>ANDERSEN, ML; D, ALMEIDA, V; KO, GM; KAWAKAMI, R; MARTINS, PJF; MAGALH\u00c3ES, LE e TUFIK S. &#8211; Princ\u00edpios \u00c9ticos e Pr\u00e1ticos do uso de Animais de Experimenta\u00e7\u00e3o&#8221;. Universidade Federal de S\u00e3o Paulo &#8211; UNIFESP Escola Paulista de Medicina, AFIP &#8211; a FAPESP. S\u00e3o Paulo. 2005.<br>BRITO, MVH; Koh, IHJ &#8211; Efeito do choque hipovol\u00eamico na anastomose do intestino delgado em ratos.[Mestrado em T\u00e9cnicas Operat\u00f3rias e Cirurgia Experimental. Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, UNIFESP], S\u00e3o Paulo, Brasil. 1996.<br>BRITO, MVH; NIGRO, AJT &#8211; Efeito da corre\u00e7\u00e3o do choque hipovol\u00eamico na mucosa do intestino delgado em ratos. [Doutorado em T\u00e9cnicas Operat\u00f3rias e Cirurgia Experimental. Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, UNIFESP], S\u00e3o Paulo, Brasil. 2000.<br>BRITO, NMB, Kulay Jr., L. &#8211; Aspectos morfol\u00f3gicos, morfom\u00e9trico e imunohistoqu\u00edmico pelo pcna, do colo uterino de ratas ooforectomizadas,ap\u00f3s aplica\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de copa\u00edba.[Doutorado em T\u00e9cnicas Operat\u00f3rias e Cirurgia Experimental. Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, UNIFESP], S\u00e3o Paulo, Brasil. 2000.<br>BRITO, NMB. Avalia\u00e7\u00e3o macrosc\u00f3pica de feridas cut\u00e2neas abertas, em ratos, tratadas com \u00f3leo de andiroba. Revista Paraense de Medicina, v. 15, p. 17-22, 2001.<br>BRITO, NMB, Sim\u00f5es, MJ. &#8211; Aspectos morfol\u00f3gicos e morfom\u00e9tricos da cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas cut\u00e2neas abertas em ratos com e sem tratamento com \u00f3leo de copa\u00edba.[Mestrado em T\u00e9cnicas Operat\u00f3rias e Cirurgia Experimental. Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, UNIFESP], S\u00e3o Paulo, Brasil.1996.<br>BRITO, NMB, Kulay Jr., L. &#8211; Aspectos morfol\u00f3gicos, morfom\u00e9trico e imunohistoqu\u00edmico pelo pcna, do colo uterino de ratas ooforectomizadas, ap\u00f3s aplica\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de copa\u00edba.[Doutorado em T\u00e9cnicas Operat\u00f3rias e Cirurgia Experimental. Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, UNIFESP], S\u00e3o Paulo, Brasil. 2000.<br>Domingues, RJS; Tamega, OJ. &#8211; Caracter\u00edsticas estruturais, ultra-estruturais e morfom\u00e9tricas do segmento intracavernoso da Art\u00e9ria Car\u00f3tida Interna no Macaco-prego, Cebus apella [Doutorado em Ciencias Biol\u00f3gicas Anatomia Botucatu. Universidade Estadual Paulista J\u00falio de Mesquita Filho, UNESP], Brasil. 2003.<br>CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 bio\u00e9tica. 1\u00aa ed. Bras\u00edlia (DF): CFM; 1998.<br>Giraldini, M. Manual de bioterismo da Escola Paulista de Medicina. 2. ed.2002.<br>PANTOJA, MS; ANDREOLLO, NA, BRITO, MVH. &#8211; Estresse oxidativo no sangue e na anastomose ileal de ratos submetidos \u00e0 dieta aproteica.[Doutorado em Cirurgia]. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP], Brasil. 2005.<br>Portal do Col\u00e9gio Brasileiro de Experimenta\u00e7\u00e3o Animal ? Dispon\u00edvel em http:\/\/www.cobea.org.br\/etica.htm<br>Portal do Conselho Nacional de Sa\u00fade ? Dispon\u00edvel em http:\/\/conselho.saude.gov.br\/<br>Portal da CAPES ? www.capes.gov.br Levantamento bibliogr\u00e1fico a ser realizado pelos alunos atrav\u00e9s da busca em bases de dados informatizada (Lilacs, Medline, PubMed, Portal CAPES) para realiza\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios e discuss\u00e3o em classe.<br>CONCEA &#8211; Diretriz brasileira para o cuidado e a utiliza\u00e7\u00e3o de animais em atividades de ensino ou de pesquisa cient\u00edfica \u2013 DBCA \u2013 2016. http:\/\/www.mct.gov.br\/upd_blob\/0238\/238683.pdf<br>GILIOLI, R. Avalia\u00e7\u00e3o do Perfil Sanit\u00e1rio de Col\u00f4nias de Ratos e Camundongos em Biot\u00e9rio Brasileiros: Ocorr\u00eancia de Bact\u00e9rias, Parasitos e V\u00edrus Murinos. 2003. 155f. Disserta\u00e7\u00e3o (Doutorado em Microbiologia) &#8211; Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2003.<br>GAILLLARD, E.T.; CLIFFORD, C.B. Common Diseases. In: ACADEMIC PRESS Rat Pathogens, USA, 2000. p. 99-142.<br>WAGGIE, K.; KAGIYAMA, N.; ALLEN, A.M.; NOMURA, T. Manual Of Microbiologic Monitoring of Laboratory Animal. 2 ed. U.S. Departament Of Health And Human Services, National Institute of Health.1994 (NIH Publication No. 94-2498).<br>ANDRADE, A.; PINTO, S.C.; OLIVEIRA, R.S. Animais de Laborat\u00f3rio Cria\u00e7\u00e3o e Experimenta\u00e7\u00e3o. Ed. FIOCRUZ, Rio de Janeiro, 2002, 387p.<br>Manual para T\u00e9cnicos em Bioterismo \u2013 COBEA 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o \u2013 1996<br>Manual sobre el cuidado y uso de los animales de experimentaci\u00f3n \u2013 Conselho Canadense de Prote\u00e7\u00e3o dos Animais \u2013 CCAC.<br>MEZADRI, T.J. Animais de laborat\u00f3rio: cuidados na inicia\u00e7\u00e3o experimental. Ed. UFSC, Florian\u00f3polis, SC, 2004.<br>ANDERSEN, M.L.; D\u2019ALMEIDA, V.; KO, G.M.; KAWAKAMI, R.; MARTINS,P.J.F.; MAGALH\u00c3ES, L.E.; TUFIK, S. Princ\u00edpios \u00e9ticos e pr\u00e1ticos do uso de animais de experimenta\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: UNIFESP \u2013 Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, 2004.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-1e2f4fa1 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-cf61f0fe\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-8e48ed5a alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-9aaee2918860e4ace972448d9e332874\"><strong><em>METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: MAE<br>N\u00famero: 16<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 14\/09\/2015 \u00e0 &#8211;<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Principios b\u00e1sicos das Metodologias ativas de ensino. Metodologias Ativas: alternativas metodol\u00f3gicas; articula\u00e7\u00e3o teoria \u00e0 pr\u00e1tica, ensino com pesquisa, com projetos no trabalho pedag\u00f3gico do professor em sala de aula. Novas alternativas de forma\u00e7\u00e3o discente\/docente em ci\u00eancias da Sa\u00fade. Qual o novo professor\/aluno a ser formado.<br>Discute criticamente as metodologias ativas de ensino aprendizagem no contexto da mudan\u00e7a da forma\u00e7\u00e3o dos profissionais de sa\u00fade. Aborda as principais metodologias ativas usadas no \u00e2mbito do ensino superior na \u00e1rea da sa\u00fade, ancorada na aprendizagem significativa.<br>Apresenta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de conceitos envolvidos no processo ensino-aprendizagem: projeto pol\u00edtico pedag\u00f3gico de um curso stricto senso aplicada \u00e0 pr\u00e1tica pedag\u00f3gica, papel do professor no desenvolvimento da aprendizagem autorrregulada pelo p\u00f3s graduando, contrato pedag\u00f3gico, zona de desenvolvimento proximal, avalia\u00e7\u00e3o formativa, dentre outros. Apresenta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de m\u00e9todos de ensino-aprendizagem que possibilitam maior participa\u00e7\u00e3o do estudante e maior intera\u00e7\u00e3o entre os sujeitos aprendentes. Apresenta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de diferentes formas de avalia\u00e7\u00e3o do aprendizado. Elabora\u00e7\u00e3o de planos de aulas e de disciplinas. Para abordagem dos temas acima, a disciplina constar\u00e1 de aulas te\u00f3ricas e oficinas, em sala de aula, e leituras em hor\u00e1rios extraclasse.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>Siqueira-Batista R. Aprendizagem baseada em problemas: uma estrat\u00e9gia das sociedades de controle [trabalho de conclus\u00e3o de curso]. Curso de especializa\u00e7\u00e3o em Ativa\u00e7\u00e3o de Processos de Mudan\u00e7a na Forma\u00e7\u00e3o Superior de Profissionais de Sa\u00fade, Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz; 2006.<br>Oliveira GS, Koifman L. Integralidade do curr\u00edculo de medicina: inovar\/transformar, um desafio para o processo de forma\u00e7\u00e3o. In: Marins JJN, Rego S, Lampert JB, Ara\u00fajo JGC, organizadores. Educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica em transforma\u00e7\u00e3o: instrumentos para a constru\u00e7\u00e3o de novas realidades. S\u00e3o Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica; 2004. p. 143-164.<br>Cyrino EG, Toralles-Pereira ML. Trabalhando com estrat\u00e9gias de ensino-aprendizado por descoberta na \u00e1rea da sa\u00fade: a problematiza\u00e7\u00e3o e a aprendizagem baseada em problemas. Cad Sa\u00fade P\u00fablica 2004; 20(3):780-788. Zanotto M, Rose T. Problematizar a Pr\u00f3pria Realidade: an\u00e1lise de uma experi\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Rev Educa\u00e7\u00e3o e Pesquisa 2003; 29(1):45-54.<br>Ceccim RB, Feuerwerker LCM. Mudan\u00e7a na gradua\u00e7\u00e3o das profiss\u00f5es de sa\u00fade sob o eixo da integralidade. Cad Sa\u00fade P\u00fablica 2004; 20(5):1400-1410.<br>Zanolli M. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem na \u00e1rea cl\u00ednica. In: Marins JJN, Rego S, Lampert JB, Ara\u00fajo JGC, organizadores. Educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica em transforma\u00e7\u00e3o: instrumentos para a constru\u00e7\u00e3o de novas realidades. S\u00e3o Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica; 2004. p. 40-61.<br>Santos SS. A integra\u00e7\u00e3o do ciclo b\u00e1sico com o profissional no Curso de Gradua\u00e7\u00e3o em Medicina: uma resist\u00eancia exemplar. Rio de Janeiro: Papel &amp; Virtual; Teres\u00f3polis: FESO; 2005.<br>Komatzu RS, Zanolli M, Lima VV. Aprendizagem baseada em problemas. In: Marcondes E, Gon\u00e7alves E, organizadores. Educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. S\u00e3o Paulo: Sarvier; 1998. p. 223-37.<br>Bordenave J, Pereira A. A estrat\u00e9gia de ensino aprendizagem. 26\u00aa ed. Petr\u00f3polis: Vozes; 2005.<br>Capacita\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento de Recursos Humanos \u2013 CADRHU. Natal: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade\/Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade\/ Editora da UFRN; 1999. p. 261-268.<br>Neville AJ. The problem-based learning tutor: Teacher? Falicitator? Evaluator? Medical Teacher 1999; 21(4):393-340.<br>Feurwerker LCM, Sena RR. A contribui\u00e7\u00e3o ao movimento de mudan\u00e7a na forma\u00e7\u00e3o profissional em sa\u00fade: uma avalia\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias UNI. Interface &#8211; Comunic., Sa\u00fade, Educ. 2002; 6(10):37-50.<br>AGUILAR-DA-SALIVA, RH. Professor: ser ou estar. Editora Norte. 2014.<br>ANTUNES, C. Vigotsky , quem diria?! Em minha sala de aula. Editora Vozes. 6a ed. 2014.<br>ANTUNES, C. Como desenvolver as compet\u00eancias em sala de aula. Editora Vozes. 11a ed. 2008.<br>HOFFMANN J. O jogo do contr\u00e1rio em avalia\u00e7\u00e3o. 9a. ed, 2014. Editora media\u00e7\u00e3o.<br>HOFFMANN J. Avalia\u00e7\u00e3o mediadora. 33. ed, 2014. Editora media\u00e7\u00e3o.<br>MORETTO VP. Prova \u2013 um momento privilegiado d estudo, n\u00e3o um acerto de contas. 9a. ed, 2010. Ed. Lamparina.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-b04f1b33 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-44be57b8\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-005f3543 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-0e19fe6e9cf3eba10b2aa06b107e2245\"><em><strong>BIO\u00c9TICA<\/strong><\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: BIOE<br>N\u00famero: 004<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 10\/09\/2015 \u00e0 12\/09\/2015<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Bio\u00e9tica; O princ\u00edpio da autonomia e terminalidade da vida, Bio\u00e9tica, Biotecnologias, Metodologias de ensino de Bio\u00e9tica. O c\u00f3digo de \u00e9tica em sa\u00fade e a pr\u00e1tica. Direitos humanos e da cidadania, da constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica desses conceitos, proporcionando uma vis\u00e3o geral acerca dos mecanismos internacionais de prote\u00e7\u00e3o dos direitos. \u00c9tica em pesquisa com seres humanos e com animais. O termo de compromisso livre e esclarecido.C\u00f3digo de Nuremberg e Declara\u00e7\u00e3o de Helsinque.<br>Da \u00c9tica \u00e0 Bio\u00e9tica. \u00c9tica e exist\u00eancia humana: Interven\u00e7\u00e3o na Natureza. Consequ\u00eancias morais da revolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica. Bio\u00e9tica: aspectos globais de sua g\u00eanese e desenvolvimento. Aplica\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios bio\u00e9ticos aos<br>problemas atuais. Bio\u00e9tica e desenvolvimento cient\u00edfico-tecnol\u00f3gico. Comit\u00eas de \u00c9tica. Biosseguran\u00e7a e bio\u00e9tica. Bio\u00e9tica e ecologia. Liberdade cient\u00edfica e responsabilidade cient\u00edfica<br>Desenvolver os fundamentos da \u00e9tica (bio\u00e9tica) dentro das diferentes vertentes filos\u00f3ficas;<br>Desenvolver a reflex\u00e3o \u00e9tica no campo espec\u00edfico da \u00e1rea de sa\u00fade enfocando a rela\u00e7\u00e3o entre o paciente e o profissional na perspectiva humanizadora.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>Beauchamp TL. Principios de \u00e9tica biom\u00e9dica, S\u00e3o Paulo, 2002<br>Bio\u00e9tica Pessoa e Vida ? Dalton Luiz de Paula Ramos S\u00e3o Caetano do Sul, Difus\u00e3o editora, 2009<br>Engelhardt Jr., H.T. Fundamentos de Bio\u00e9tica 2\u00aa. ed. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2004<br>Ferrera, J.J.; \u00c1lvarez, J.C. Para fundamentar a Bio\u00e9tica. S\u00e3o Paulo:Loyola, 2005<br>Martins, IGS Direito fundamental \u00e0 Vida. S\u00e3o Paulo: Quartier Latin, 2005<br>Sgreccia E. Manual de Bio\u00e9tica I- Fundamentos e \u00c9tica Biom\u00e9dica 2\u00aa.ed. S\u00e3o Paulo:Loyola, 2002<br>Sgreccia E. Manual de Bio\u00e9tica II- Aspectos M\u00e9dico-sociais 2\u00aa.ed. S\u00e3o Paulo:Loyola, 2004<br>SIF Costa, V Garrafa, G Oselka. Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 bio\u00e9tica; Initiation to the bioethic, 1998. 320 p.<br>C\u00f3digo de \u00e9tica m\u00e9dica. On line. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Bras\u00edlia (DF) 1999. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.cfm.org.br\/<br>C\u00f3digo de Nuremberg. On line. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre (RS) 1997. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.hcpa.ufrgs.br\/gppg\/nuremcod.htm<br>Declara\u00e7\u00e3o de Helsinque. On line. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre (RS) 1997. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.hcpa.ufrgs.br\/gppg\/helsin5.htm<br>DeCS &#8211; Descritores em Ci\u00eancias da Sa\u00fade. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): Bireme\/Opas; 1997.<br>F\u00e9lix VN, Gerstler JG. Pesquisa cl\u00ednica, planejamento, realiza\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o. 1\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): Sociedade Paulista de Terapia Intensiva (SOPATI); 1993.<br>Fernandes F, Luft CP, Guimar\u00e3es FM. Dicion\u00e1rio Brasileiro Globo. 47\u00aa ed. S\u00e3o Paulo (SP): Globo Editora; 1997.<br>Index Medicus. On line. 1999. INDEX MEDICUS (EUA) 1999. Dispon\u00edvel na Internet: http:\/\/www.index-medicus.com\/<br>Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 bio\u00e9tica. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. 1\u00aa ed. Bras\u00edlia (DF): CFM; 1998.<br>N\u00facleo de Pesquisa e Extens\u00e3o de Medicina. Medicina: Manual do trabalho de conclus\u00e3o de Curso &#8211; TCC. 9\u00aa ed. Elet.[www.uepa.br\/ccbs\/nupem], Bel\u00e9m (PA): 2014.<br>ARIST\u00d3TELES. \u00c9tica a Nic\u00f4macos. 4.\u00aa ed. Bras\u00edlia: Editora UnB, 2001.<br>BAUMAN, Zygmunt. \u00c9tica p\u00f3s-moderna. S\u00e3o Paulo: Paulus, 1997.<br>BERLINGUER, G.GARRAFA, V. O mercado humano: Estudo bio\u00e9tico da compra e venda de partes do corpo. Bras\u00edlia: UNB, 1996.<br>FREITAG, Barbara. Itiner\u00e1rios de Ant\u00edgona: a quest\u00e3o da moralidade. Campinas: Papirus, 1992.<br>HABERMAS, J\u00fcrgen. Para o uso pragm\u00e1tico, \u00e9tico e moral da raz\u00e3o pr\u00e1tica. Estudos Avan\u00e7ados USP 3\/7 (1989):4-19.<br>KANT, Immanuel. Fundamenta\u00e7\u00e3o da metaf\u00edsica dos costumes. Lisboa: Edi\u00e7\u00f5es 70, 1995.<br>NOVAES, Adauto (org.). \u00c9tica. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras\/Secretaria Municipal de Cultura,1992.<br>OLIVEIRA, Manfredo A. de. (org.) Correntes fundamentais da \u00e9tica contempor\u00e2nea. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 2001<br>OLIVEIRA, Manfredo A. de. \u00c9tica e racionalidade moderna. S\u00e3o Paulo: Loyola, 1993.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-a5a7c15d default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-54e5ab2a\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-1a19400d alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-0-color has-text-color has-link-color wp-elements-2e1acfd109c417c058d452a99e3813f4\">Disciplinas Optativas<\/h2>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-a2eab0ee default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-2eb05f80\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-f4ddb8a2 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-4cda28f46e4fff2224cb48c8e8490ca8\"><strong><em>DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS FARMAC\u00caUTICOS <\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: FARM<br>N\u00famero: 017<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Familiarizar os p\u00f3s graduandos com as principais etapas que envolvem o processo de desenvolvimento de f\u00e1rmacos dentro de um laborat\u00f3rio de pesquisa experimental<br>Cen\u00e1rio nacional e internacional da ind\u00fastria farmac\u00eautica e farmoqu\u00edmica<br>Desenvolvimento de novos f\u00e1rmacos<br>Pesquisa pr\u00e9-cl\u00ednica e cl\u00ednica<br>Desenvolvimento de medicamentos<br>Gest\u00e3o do conhecimento<br>Gen\u00f4mica e prote\u00f4mica na ind\u00fastria farmac\u00eautica<br>Fitoter\u00e1picos<br>Protocolos elementares de investiga\u00e7\u00e3o em Farmacologia in vivo. O animal como um \u201creagente\u201d: princ\u00edpios \u00e9ticos b\u00e1sicos para utiliza\u00e7\u00e3o de animais e tecidos em Farmacologia.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>BANZATO, E. Tecnologia da informa\u00e7\u00e3o aplicada \u00e0 log\u00edstica. S\u00e3o Paulo: IMAM, 2010.<br>CARVALHO, S.; MACEDO, S. Log\u00edstica farmac\u00eautica comentada. S\u00e3o Paulo: Medfarma, 2010.<br>GODOY, G. F. Boas pr\u00e1ticas de armazenagem e distribui\u00e7\u00e3o de medicamentos. S\u00e3o Paulo: Price, 2008.<br>MACEDO, S. H. M.; CARVALHO JUNIOR, S. (org.) Log\u00edstica farmac\u00eautica geral: da teoria \u00e0 pr\u00e1tica. S\u00e3o Paulo: Contento, 2012.<br>Ansel, H.C.; Popovich, N.G.; Allen, L.V. Formas farmac\u00eauticas &amp; Sistemas de<br>Libera\u00e7\u00e3o de F\u00e1rmacos. 6\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. Editorial Premier. S\u00e3o Paulo. 1999.<br>Florence, A.T.; Attwood, D. Princ\u00edpios F\u00edsico-Qu\u00edmicos em Farm\u00e1cia. EDUSP. 2003.<br>Aulton, M.E. Delineamento de Formas Farmac\u00eauticas. 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. Editora Artmed. 2005.<br>M\u00e9todos de Avalia\u00e7\u00e3o da atividade farmacol\u00f3gica de plantas medicinais. Programa Iberoamericano de Ci\u00eancia e Tecnologia para o Desenvolvimento-CYTED, 2001.Vogel H (Ed.). Drug Discovery and Evaluation: Pharmacological Assays. 6a Ed. Springer-Verlag: Alemanha, 2008.<br>HARDMAN JG; LIMBIRD LE; GILMAN AG (eds). Goodman and Gilman&#8217;s the pharmacological basis of therapeutics. 12ed. New York: McGraw-Hill, 2010.<br>RANG HP; DALE MM.; RITTER JM; GARDNER P. Pharmacology. 8ed. New York: Churchill Livingstone, 2016.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-bc9b941e default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-e9fe53be\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-3e8a78da alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-4c47dae0e956df87c1e8af286effcb02\"><strong><em>PROCEDIMENTOS  MICROCIRURGICOS E REABILITA\u00c7\u00c3O<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Micro<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementas:<\/summary>\n<p>Orientar o estudo, promover discuss\u00e3o cr\u00edtica e despertar o interesse para o melhor entendimento dos procedimentos microcir\u00fargicos aplicados \u00e0 Pesquisa e Cirurgia Experimental.<br>Bases dos procedimentos microcir\u00fargicos; equipamentos e materiais utilizados em microcirurgia no animais de experimenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>ZOLLINGER, J. R.; ZOLLINGER, R. M. Atlas de Cirurgia. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.<br>SILVA, J. B. Manual de t\u00e9cnicas microcir\u00fargicas. Rio de Janeiro: Revinter, 2003.<br>GOFFI, F. T\u00e9cnica Cir\u00fargica: bases anat\u00f4micas, fisiopatol\u00f3gicas e t\u00e9cnicas de Cirurgia. 4 ed. S\u00e3o Paulo: Atheneu, 2001.<br>MARQUES, R. G. T\u00e9cnica operat\u00f3ria e cirurgia experimental. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.<br>CIRINO, Luis Marcelo. Manual de T\u00e9cnica Cir\u00fargica para Gradua\u00e7\u00e3o. Primeira edi\u00e7\u00e3o. Editora Sarvier 2006.<br>MARGARIDO, M. G. T\u00e9cnica Cir\u00fargica b\u00e1sica. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Atheneu, 2000.<br>MONTEIRO, E. L. C.; SANTANA, E. M. T\u00e9cnica cir\u00fargica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.<br>HAIMOVICI, H. Cirurgia Vascular: Princ\u00edpios e T\u00e9cnicas. 5. ed. 5. ed. S\u00e3o Paulo: Revinter, 2006.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-c0cfdc4f default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-93eb48eb\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-1284fdf5 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-468a33c7592ee0a068a198c285ff440a\"><strong><em><strong>PR\u00cdNCIPIOS E APLICA\u00c7\u00d5ES DA NANOTECNOLOGIA NAS CI\u00caNCIAS DA SA\u00daDE<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Nano<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Conceito e Fundamentos da Nanotecnologia. Morfologia de Materiais<br>Nanoestruturados. Blocos de Constru\u00e7\u00e3o: nanotubos, nanofios e nanopart\u00edculas. T\u00e9cnicas e Ferramentas de Manipula\u00e7\u00e3o Molecular e At\u00f4mica. Nanofabrica\u00e7\u00e3o: \u201cPositional Assembly\u201d e \u201cSelfReplication\u201d. Aplica\u00e7\u00f5es.<br>Planejamento de sistemas nanoestruturados com aplica\u00e7\u00e3o em produtos experimentais. T\u00e9cnicas de prepara\u00e7\u00e3o de lipossomas, nanopart\u00edculas polim\u00e9ricas e nanopart\u00edculas lip\u00eddicas s\u00f3lidas. Caracteriza\u00e7\u00e3o f\u00edsico-qu\u00edmica de sistemas nanoestruturados. Estudos de libera\u00e7\u00e3o in vitro.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>GUTERRES, S\u00edlvia S ; SCHAFFAZICK, Scheila R ; POHLMANN, A. R. . Prepara\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00f5es de nanopart\u00edculas para libera\u00e7\u00e3o controlada de f\u00e1rmacos &#8211; ISBN 8573799293. In: Marcelo M. Morales. (Org.). Terapias avan\u00e7adas: c\u00e9lulas tronco, terapia g\u00eanica e nanotecnologia aplicada a sa\u00fade: Atheneu, 2007, p. 247-264.<br>SCHAFFAZICK, Scheila R.; GUTERRES, S\u00edlvia S.; FREITAS, L. L.; POHLMANN, A. R. Caracteriza\u00e7\u00e3o e estabilidade fisico-qu\u00edmica de sistemas polim\u00e9ricos nanoparticulados para administra\u00e7\u00e3o de f\u00e1rmacos. Qu\u00edmica Nova, S\u00e3o Paulo, v. 26, n. 5, p. 726-737, 2003.<br>ALONSO, Maria Jos\u00e9 Dossier: Drug delivery and drug efficacy Nanomedicines for overcoming biological barriers, Biomedicine &amp; Pharmacotherapy, v. 58, p. 168\u2013172, 2004.<br>Bibliografia Complementar: Peri\u00f3dicos da \u00e1rea: Journal of Controlled Release International Journal of Pharmaceutics European Journal of Pharmaceutics and Biopharmaceutics European Journal of Pharmaceutical Sciences Journal of Microencapsulation Journal of Biomedical Nanotechnology Journal of Nanoscience and Nanotechnology Pharmaceutical Research Journal of Pharmaceutical Science Drug Development and Industrial Pharmacy Qu\u00edmica Nova Journal of Brazilian Chemical Society Journal of Brazilian Chemical Society.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-a978afe9 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-c17c8180\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-1469915a alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-ddd5777cb97618cbf92becdf56f162da\"><strong><em><strong>DESINGN E MANUFATURA DE MATERIAIS<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Desig<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Realizar o processo de resolu\u00e7\u00e3o de problemas de engenharia, que envolvam o desenvolvimento e o gerenciamento de projetos de produtos industriais, atrav\u00e9s da aplica\u00e7\u00e3o sistematizada de t\u00e9cnicas e ferramentas de apoio e do trabalho em equipe. Projeto de produtos industriais; Desenvolvimento das especifica\u00e7\u00f5es de projeto; Gera\u00e7\u00e3o e Sele\u00e7\u00e3o de concep\u00e7\u00f5es; Configura\u00e7\u00e3o do produto; Detalhamento do projeto do produto; Encerramento do projeto.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>Silva, Paulo Roberto. APOSTILA MATERIAIS E PROCESSOS DE FABRICA\u00c7\u00c3O APLICADOS NO DESIGN: O CASO DA MADEIRA, METAL E POL\u00cdMEROS. Curso de Design\/UFPE, 2012.<br>LESKO, Jim. Design Industrial: Materiais e processos. S\u00e3o Paulo: Edgarg Blucher, 2004. ISBN 8573934204.<br>DENIS, Rafael Cardoso. Uma Introdu\u00e7\u00e3o a Hist\u00f3ria do Design. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Editora Blucher, 2008.<br>DE MORAES, Dijon. Metaprojeto: o design do design. S\u00e3o Paulo: Blucher, 2010.<br>SCHNEIDER, Beat. Design &#8211; Uma Introdu\u00e7\u00e3o. O Design no contexto social, cultural e econ\u00f4mico. Trad.: Sonali Bertuol, George Bernard Sperber. S\u00e3o Paulo: Editora Blucher, 2010.<br>LIMA, Marco Antonio Magalh\u00e3es. Introdu\u00e7\u00e3o aos materiais e processos para designers. S\u00e3o Paulo: Editora Ci\u00eancia Moderna, 2007. ISBN: 85 739 3420 4.<br>NDSM \u2013 N\u00facleo de Design &amp; Sele\u00e7\u00e3o de Materiais. Sele\u00e7\u00e3o de Materiais (CD-ROM). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2002<br>BACK, N. Metodologia de Projeto de Produtos Industriais. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1983.<br>BAXTER, M. Projeto de Produto: Guia Pr\u00e1tico para o Desenvolvimento de Novos Produtos. S\u00e3o Paulo: Edgard Bl\u00fccher, 1998.<br>HARTLEY, J. R. Engenharia Simult\u00e2nea: um m\u00e9todo para reduzir prazos, melhorar a qualidade e reduzir custos. Porto Alegre: Artes M\u00e9dicas, 1998.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-e295c838 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-db98237e\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-04f2b567 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-6a972e2341c8b5fbaaa69d838f63c1dc\"><strong><em><strong>DESENHO T\u00c9CNICO INDUSTRIAL E FOTOGRAFIA CIENT\u00cdFICA<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: DEFO<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Inicia\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o de projetos individuais de gravura abrangendo conhecimentos te\u00f3ricos e pr\u00e1ticos das t\u00e9cnicas e processos gr\u00e1ficos artesanais. A impress\u00e3o de gravuras a partir da xilogravura, a serigrafia, monotipia imbu\u00eddas de seus aspectos hist\u00f3ricos, conceituais, t\u00e9cnicos e expressivos. Explora\u00e7\u00e3o da imagem atrav\u00e9s das possibilidades de combina\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o em diferentes matrizes e suportes Desenho e Ilustra\u00e7\u00e3o Digital. Manipula\u00e7\u00e3o de Vetor em m\u00eddia digital. Utiliza\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras e softwares para a elabora\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o de imagens fotogr\u00e1ficas. Aplica\u00e7\u00e3o correta das cores e seus modos em projetos gr\u00e1ficos visuais, Diferen\u00e7as entre formato vetorial e formato de bitmap.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias: <\/summary>\n<p>ARNHEIN, Rudolf. Arte e Percep\u00e7\u00e3o Visual. 9\u00aa Edi\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo Pioneira, 1995.<br>DERDIK, Edith. Formas de Pensar o Desenho. S\u00e3o Paulo: Ed. Scipione, 2004.<br>HARRISON, Hazel. Desenho e pintura. RS: Edelbra.1994.<br>HAYES, Colin. Guia Completo de pintura y dibujo, t\u00e9cnicas y materiales. Barcelona. H. Blume Ediciones. 1980.<br>KANDINSKY, Wassily. Ponto e linha sobre plano. Lisboa. 12\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Edi\u00e7\u00f5es 70. 1992.<br>OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier Editora, 2004.<br>TRIGO JUNIOR, Thales. Equipamento fotografico: teoria e pratica. 2\u00aaed. rev. e ampl. S\u00e3o Paulo: Senac S\u00e3o Paulo, 2003. 246 p. ISBN 8573590386<br>HEDGECOE, John. Guia completo de fotografia. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1996. 224p. ISBN 8533605188<br>ADAMS, Ansel; BAKER, Robert. A c\u00e2mera. 3. ed. S\u00e3o Paulo: Ed. SENAC, 2003. 204p. ISBN 8573591242.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-6ac2bda1 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-899f1f2d\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-0b443fb3 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-673338fb1c6670995a29772846e0eb1a\"><strong><em>MEDICINA BASEADA EM EVID\u00caNCIAS<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: MBE<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Atualmente s\u00e3o publicados cerca de 2 bilh\u00f5es de estudos na \u00e1rea m\u00e9dica e da sa\u00fade em geral. Como a quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel na \u00e1rea da sa\u00fade \u00e9 enorme e crescente, o profissional tem necessidade de transformar essas informa\u00e7\u00f5es em conhecimento e utiliz\u00e1-las, quando poss\u00edvel, em sua pr\u00e1tica cl\u00ednica. Para que isso ocorra, \u00e9 preciso reunir, organizar e avaliar criticamente as informa\u00e7\u00f5es existentes. Este \u00e9 um dos objetivos da Medicina Baseada em Evid\u00eancias (MBE) ou Sa\u00fade Baseada em Evid\u00eancias, sendo uma abordagem que utiliza as ferramentas da Epidemiologia Cl\u00ednica; da Estat\u00edstica; da Metodologia Cient\u00edfica; e da Inform\u00e1tica para criticar a informa\u00e7\u00e3o existente, criar a pesquisa; e gerar conhecimento \u00fatil na atua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade, com o objetivo de oferecer evid\u00eancias consistentes para cada tomada de decis\u00e3o em sa\u00fade.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>Mulrow C. Systematic Reviews. Chalmers I, Altman DG, eds. London: BMJ Publishing Group, 1995 Rational for Systematic Reviews.<br>El Dib RP. How to practice the Evidence-based Medicine [Como praticar a medicina baseada em evid\u00eancias] [editorial]. Jornal Vascular Brasileiro 2007; 6(1):1-4.<br>El Dib R. N\u00edveis de Evid\u00eancias Cient\u00edficas na Pr\u00e1tica M\u00e9dica (chapter 1). In: Guia Pr\u00e1tico de Ultrassonografia Vascular 2\u00ba edi\u00e7\u00e3o. 2011 Di Livros Editora Ltda., RJ, Brasil, ISBN: 978-85-<br>El Dib, Regina; JORGE, E.; Nascimento PJ ; YOO, H. H. ; Rudge M ; SCHELLINI, S. ; Barretti, P; Cataneo, A. ; VOLPATO, E. S. N.; Betini, M. . Evidence-Based Medicine Unit of the<br>Botucatu Medical School (FMB) UNESP &#8211; Univ Estadual Paulista, Brazil. In: 20th Cochrane Colloquium, 2012, Auckland. Cochrane Database Systematic Reviews Supplement, 2012. v. 1. p. 65.<br>Villas Boas PJF, Spagnuolo RS, Kamegasawa A, Braz LG, Valle AP, Jorge EC, Yoo HHB, Cataneo AJM, Corr\u00eaa I, Fukushima FB, Nascimento P, M\u00f3dolo NSP, Teixeira MS, Vidal EIO, Daher SR, El Dib R. Systematic reviews showed insufficient evidence for clinical practice in 2004: what about in 2011? The next appeal for the Evidence-Based Medicine age. J Eval Clin Pract. 2012 Jul 3. doi: 10.1111\/j.1365-2753.2012.01877.x. [Epub ahead of print].<br>Jadad AR, Cook DJ, Browman GP. A guide to interpreting discordant systematic reviews 1997; 156 (10): 1411.<br>Akobeng AK. Principles of evidence based medicine. Arch Dis Child 2005;90:837-840.<br>Akobeng AK.Understanding systematic reviews and meta-analysis. Arch Dis Child 2005;90:845-848<br>Handbook da Colabora\u00e7\u00e3o Cochrane. Acessar o site: http:\/\/www.centrocochranedobrasil.org86703-91-1.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-476f6b2c default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-30600096\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-29105ea7 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-a604b24b85d02efff331daa8995ae9e8\"><strong><em><strong>INFORM\u00c1TICA EM PESQUISA<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Info<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa: <\/summary>\n<p>Hist\u00f3ria da inform\u00e1tica, arquitetura do computador, hardware e software, dispositivos, usos dos computadores, internet, bibliotecas virtuais e outras fontes de informa\u00e7\u00e3o, aplica\u00e7\u00f5es da inform\u00e1tica na sa\u00fade, editores de documentos, tecnologias interligadas de inform\u00e1tica e sa\u00fade. Apresentar os conceitos b\u00e1sicos da inform\u00e1tica e o dom\u00ednio da informa\u00e7\u00e3o Apresentar o princ\u00edpio de funcionamento e armazenamento de dados em um computador pessoal. Apresentar os conceitos de hardware e software Apresentar o funcionamento b\u00e1sico das redes de computadores e sua aplica\u00e7\u00e3o na \u00e1rea da sa\u00fade. Utiliza\u00e7\u00e3o da Internet como meio de pesquisa e de busca de informa\u00e7\u00e3o Introduzir o aluno nas aplica\u00e7\u00f5es da inform\u00e1tica na \u00e1rea da sa\u00fade. Apresentar softwares dedicados a \u00e1rea de sa\u00fade.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>BRASIL, L.M. (Org.), Inform\u00e1tica em Sa\u00fade. Editoras: Universa e Eduel, 2008. BUSHKO, R.G. Studies in Health Technology and Informatics: Strategy for the Future of Health. IOS Press: Amsterdam, NLD, 2009. [EBRARY]<br>KIRBY, N. Introduction to Game AI. Course Technolgy: MA, USA. 2010. [EBRARY]<br>SULLIVAN, F.; WYATT, J. C. ABC of Health Informatics. BMJ Books: NJ, USA, 2009. [EBRARY]<br>RUSSELL, S.; NORVIG, P. Intelig\u00eancia Artificial, Elsevier, 2004.<br>COIERA, E. Guide to Health Informatics, 2nd Edition, 2003.<br>VAN BEMMEL, J.H.; VAN LOGHUM, B. S. Handbook of Medical Informatics, 1996.<br>WILSON, S. Information Arts: Intersections of Art, Science, and Technology. MIT Press\/Leonardo Books, 2002.<br>DOMINGUES, D. (Org). Arte, Ciencia e Tecnologia: passado, presente e desafios. S\u00e3o Paulo: Ed. Unesp, 2009.<br>Evaluation Methods in Medical Informatics:. Charles P. Friedman(Author), Jeremy C. Wyatt (Author), E.H. Shortliffe (Foreword), A.C. Smith (Assistant), B. Kaplan (Assistant). Editora Springer 2a edi\u00e7\u00e3o 2006<br>Brasil, Lourdes Mattos Informatica em Saude. Ia Edi\u00e7\u00e3o. Editora: EDUEL, 2008.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-40b9e6e7 default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-379dd20b\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-6f35c3a5 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-e8a690b41cc9d527f20a1ceee4f10a51\"><strong><em><strong>INOVA\u00c7\u00d5ES TECNOL\u00d3GICAS EM CIRURGIA<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Inov<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Estudo dos Mecanismos de Preven\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento das Ader\u00eancias Pleurais. Modelos de Desenvolvimento de Simuladores Tor\u00e1cicos e Abdominais. Modelos de Isquemia e Reperfus\u00e3o. Utiliza\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias tropicais para fins terap\u00eauticos em cirurgia. Desenvolvimento de mecanismos videocir\u00fargicos para acesso a cavidade pleural e abdominal. Modelos de Estimativa de Risco Operat\u00f3rio e de Eventos Tardios. Import\u00e2ncia da Estrutura dos Bancos de Dados na Pesquisa Cl\u00ednica. Dispositivos de assist\u00eancia vascular perif\u00e9rica e profunda. Avan\u00e7os em pr\u00f3teses endovasculares e estimula\u00e7\u00e3o card\u00edaca artificial. Principais doen\u00e7as que originam os defeitos ou deformidades esquel\u00e9ticas da face. M\u00e9todos de enxertia na reabilita\u00e7\u00e3o maxilo-facial e escalpamentos. Estudos relacionados ao emprego de biomateriais nas reconstru\u00e7\u00f5es em geral. Elabora\u00e7\u00e3o de produtos e materiais para utiliza\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00f5es teciduais.<br>Refletir sobre gest\u00e3o e a din\u00e2mica da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Nesse \u00e2mbito, explorar a necessidade das empresas e institui\u00e7\u00f5es em se adaptarem ao mercado, haja vista que este lhes imp\u00f5e uma s\u00e9rie de normas tanto para quem vende como para quem compra os produtos\/servi\u00e7os. Estimular e desenvolver uma vis\u00e3o multidisciplinar e integrada da gest\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Abordar a inova\u00e7\u00e3o e sua relev\u00e2ncia para ci\u00eancia e tecnologia. Conhecer a Ind\u00fastria farmac\u00eautica e o mercado em que est\u00e1 inserida. Conhecer as atividades de gest\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o, envolvendo as tend\u00eancias tecnol\u00f3gicas. Identificar oportunidades de neg\u00f3cios na Ind\u00fastria farmac\u00eautica.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>CHRISTENSEN, Clayton M; BURGELMAN, Robert A; WHEELWRIGTH,<br>Steven C. Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica da Tecnologia e da Inova\u00e7\u00e3o. Conceitos e<br>Solu\u00e7\u00f5es. S\u00e3o Paulo (SP): McGrawHill,2012.648p.<br>MORENO BALSALOBRE, R. et al. Guidelines on surgery of the thoracic sympathetic nervous system. Arch Bronconeumol. v. 47, n.2, p. 94-102, 2011.<br>b. CERFOLIO, R.J. et al. The Society of Thoracic Surgeons expert consensus for the surgical treatment of hyperhidrosis. Ann Throrac Surg. v. 91, n. 5, p. 16428, 2011.<br>c. MOORE, W. S. Vascular and endovascular surgery. A comprehensive review. New York: Saunders, 2012. 1112p.<br>d. PATTERSON, G.A. et al. Pearsons thoracic and esophageal surgery. Vol 1. 3rd ed. Philadelphia: Elsevier; 2008. p. 136-44.<br>e. HUPP, J. R.; TUCKER,M. R.; ELLIS III, E. Contemporary oral and maxillofacial surgery. 6th ed. New York: Mosby, 2013. 718p.<br>f. MILORO, M. et al. Peterson&#8217;s Principles of Oral and Maxillofacial Surgery. 3 ed., London: B.C. Decker Inc., 2011. 1664p.<br>g. MAIA, M. et al. Reconstru\u00e7\u00e3o da estrutura facial por biomateriais: revis\u00e3o de literatura. R. Bras. Cir. Pl\u00e1st., v. 25, n. 3, p. 566-72, 2010.<br>Brasil. Lei 10.973 de 02\/12\/2004. Lei de Inova\u00e7\u00e3o. Dispon\u00edvel em<br>http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2004-2006\/2004\/lei\/l10.973.htm<br>Brasil. Decreto No. 5.563 de 11\/11\/2005. Regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei de Inova\u00e7\u00e3o. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2004-2006\/2005\/decreto\/d5563.htm<br>Brasil. Lei 11.196 de 21\/11\/2005. Lei do bem. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.leidobem.com\/lei-dobem\/ Caron, A. (2003). \u201cInova\u00e7\u00f5es Tecnol\u00f3gicas nas Pequenas e M\u00e9dias Empresas Industriais em Tempos de Globaliza\u00e7\u00e3o \u2013 O Caso do Paran\u00e1\u201d. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.pacpme.com.br\/pacpme\/web\/download_arquivos.asp?id_arquivo=B3FB9D85-FAD1-4970-B886-B7F5FB42AC31<br>Centro de Gest\u00e3o e Estudos Estrat\u00e9gicos (CGEE). (2005). \u201cPaper para o Painel \u201cInser\u00e7\u00e3o de Empresas Brasileiras Agregadoras de Tecnologia no Cen\u00e1rio Internacional\u201d. III Confer\u00eancia Internacional de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o\u201d. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.cgee.org.br\/cncti3\/Documentos\/Seminariosartigos\/Presencainternacional\/DrLuiz%20 Awazu%20Pereira%20da%20Silva.pdf.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-83130ccd default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-3b1dd2a0\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-176a201c alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-eb8c9df3325bb84e677c69f9889de440\"><strong><em><strong>DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Soft<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Engenharia de Software. Paradigmas da Engenharia de Software. Engenharia de Sistemas. An\u00e1lise de Sistemas e Requisitos. Projeto de Software. Testes de Software. Manuten\u00e7\u00e3o de Software. Ger\u00eancia de Configura\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a. Processos de Desenvolvimento de Software.<br>Processo de Desenvolvimento de Software: Analises iniciais, ciclo de<br>vida de um processo, modelos de processos de desenvolvimento,<br>padr\u00f5es de processos, processo unificado; Ferramentas: RUP,<br>PRAXIS. Conhecer e utilizar ferramentas que auxiliem no desenvolvimento<br>de um softtware com base nas metodologias e padr\u00f5es vigentes<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.<br>SOMMERVILLE, I.. Engenharia de Software. 9. ed. S\u00e3o Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. [Biblioteca Virtual]<br>WAZLAWICK, R. S.. Engenharia de Software: conceitos e pr\u00e1ticas. Rio de Janeiro: Elseiver, 2013.<br>PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. Makron Books, 1995.<br>ROCHA, Ana Regina C. Qualidade de Software. Prentice Hall, 2001.<br>Bibliografia Complementar<br>FLIORINI, Soeli T. Engenharia de Software com CMM. Brasport, 1998.<br>WEBER, Kival; ROCHA, Ana Cavalcante; NASCIMENTO, C\u00e9lia Joseli. Qualidade e Produtividade em Software. Makron Books, 2001.<br>YOURDON, Edward. An\u00e1lise e Projetos Orientados a Objetos. Makron Books, 1999.<br>SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. Addison Wesley, 2003.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-84a372aa default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-b07b59d9\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-5d0adcd7 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-0e6fd34d68d603a96b4b90f41ba682a0\"><strong><em><strong>GEST\u00c3O E ADMINISTRA\u00c7\u00c3O EM SA\u00daDE<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: Gest<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>No contexto da Reforma do Estado e propostas de reformas gerenciais, a disciplina propiciar\u00e1 ao p\u00f3s-graduando entender o novo papel do Estado na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de sa\u00fade. Mix-p\u00fablico\/privado, seja do ponto de vista da efici\u00eancia, como da compreens\u00e3o ampliada do SUS. Para tanto ser\u00e1 propiciado ao p\u00f3s graduando um conhecimento b\u00e1sico sobre os distintos modelos de gest\u00e3o de servi\u00e7os e sistemas de sa\u00fade nos tr\u00eas diferentes n\u00edveis federativos tendo como pano de fundo a constitui\u00e7\u00e3o de redes de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade.<br>O m\u00f3dulo tem como objetivo preparar profissionais que atuam na \u00e1rea da sa\u00fade a planejar, organizar e desenvolver a\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de avaliar processos assistenciais e gerenciais no servi\u00e7o de sa\u00fade p\u00fablico ou privado, a partir de conceitos, princ\u00edpios e ferramentas de gest\u00e3o e qualidade. Tem como meta desenvolver o exerc\u00edcio cr\u00edtico-reflexivo das pr\u00e1ticas e a\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o do cuidado em sa\u00fade, para que possa ser exercida de forma solid\u00e1ria, cooperativa e integral.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>URBANO, L. A. A privatiza\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e a implanta\u00e7\u00e3o do SUS: cen\u00e1rios de<br>uma cidade. Ribeir\u00e3o Preto: FUNPEC, 2003.<br>SANTOS, N. R.; AMARANTE, P. D. Gest\u00e3o p\u00fablica e rela\u00e7\u00e3o p\u00fablico privado<br>na sa\u00fade. Rio de Janeiro: Cebes, 2011.<br>GADELHA, C. A. G. et al. A din\u00e2mica do sistema produtivo de sa\u00fade:<br>inova\u00e7\u00e3o e complexo econ\u00f4mico-industrial. Rio de Janeiro: Fiocuz, 2012.<br>ABRUCIO, F. L. Trajet\u00f3ria recente da gest\u00e3o p\u00fablica brasileira: um balan\u00e7o cr\u00edtico e a renova\u00e7\u00e3o da agenda de reformas. RAP &#8211; Revista Brasileira de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica , v. 1, p. 77 &#8211; 87,2007.<br>BRASIL. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Secretaria de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade. Departamento de Regula\u00e7\u00e3o, Avalia\u00e7\u00e3o e Controle de Sistemas. In: Diretrizes para a programa\u00e7\u00e3o pactuada e integrada da assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2006. 148p. (S\u00e9rie B. Textos B\u00e1sicos de Sa\u00fade, vol. 5 e 7).<br>CAMPOS, F. E.; CHERCHIGLIA, M. L.; GIRARDI, S. N. Gest\u00e3o, profiss\u00f5es de sa\u00fade e controle social. In: Cadernos da 11\u00aa Confer\u00eancia Nacional de Sa\u00fade , Bras\u00edlia &#8211; DF,p. 83-99, 2000.<br>CARVALHO, Antonio Ivo. Pol\u00edticas e Sistema de Sa\u00fade no Brasil. Rio de Janeiro:Editora Fiocruz, 2008.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-4c535f0c default uagb-is-root-container\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-ea57bae5\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-10f2aa26 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-ast-global-color-1-color has-text-color has-link-color wp-elements-cc1c8be93b05700c2c46e6307a92e3e8\"><strong><em><strong>ECONOMIA EM SA\u00daDE E CAPTA\u00c7\u00c3O DE RECURSOS<\/strong><\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sigla: EcoCap<br>Cr\u00e9ditos: 2<br>Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 01\/08\/2017 \u00e0 atual<br>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Ementa:<\/summary>\n<p>Formata\u00e7\u00e3o do projeto comercial; identifica\u00e7\u00e3o de fontes potenciais de recursos; conceitua\u00e7\u00e3o de patroc\u00ednio, permutas e apoio; etapas do processo de comercializa\u00e7\u00e3o\/ estudo das leis de incentivo fiscal. Apresentar aos p\u00f3s graduandos uma sistem\u00e1tica simples, objetiva e pr\u00e1tica de concep\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o de projetos voltados para a capta\u00e7\u00e3o de recursos junto \u00e0s ag\u00eancias de fomento e de financiamento \u00e0 Ci\u00eancia e Tecnologia; Oferecer subs\u00eddios para que os futuros profissionais atuem em unidades de informa\u00e7\u00e3o com condi\u00e7\u00f5es de implantar, em suas a\u00e7\u00f5es administrativas e formas de trabalho, a ger\u00eancia de projetos.<\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary>Refer\u00eancias:<\/summary>\n<p>ALMEIDA, M. C. B. de Planejamento de bibliotecas e servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o. Bras\u00edlia: Briquet de Lemos, 2000.<br>CEREGATTI, A. Capta\u00e7\u00e3o de recursos: da teoria \u00e0 pr\u00e1tica. S\u00e3o Paulo: Grupo de Estudos do Terceiro Setor United Way of Canada \u2013 Central de Canada, [S.d.]. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.casa.org.br\/admin\/uploads\/capacidades\/Manual%20para%20Captacao%20de%20Recursos.pdf&gt;. Acesso em: 08 mar. 2011.<br>MENEZES, L. C. de M. Gest\u00e3o de projetos. S\u00e3o Paulo: Atlas, 2001.<br>VALERIANO, D. L. Gerenciamento estrat\u00e9gico e administra\u00e7\u00e3o por projetos. S\u00e3o Paulo: Makron Books, 2001.<br>REIS, Ana Carla Fonseca. Marketing cultural e financiamento da cultura: teoria e pr\u00e1tica de um estudo internacional comparado. S\u00e3o Paulo: Pioneira, 2003.<br>GIACAGLIA, Maria Cec\u00edlia. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. S\u00e3o Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.<br>MALAGODI, Maria Eug\u00eania.; CESNIK, F\u00e1bio de S\u00e1. Projetos Culturais: elabora\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o, aspectos legais, busca de patroc\u00ednio. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Escrituras Editora, 1999.<\/p>\n<\/details>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EMPREENDEDORISMO Sigla: EMPN\u00famero: 15Cr\u00e9ditos: 2Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 05\/05\/2016 \u00e0 07\/05\/2016Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim REGISTROS, PATENTES E PROPRIEDADE INTELECTUAL Sigla: PATN\u00famero: 001Cr\u00e9ditos: [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"class_list":["post-609","page","type-page","status-publish","hentry"],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false},"uagb_author_info":{"display_name":"makisa.melo@uepa.br","author_link":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/author\/makisa-melouepa-br\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"EMPREENDEDORISMO Sigla: EMPN\u00famero: 15Cr\u00e9ditos: 2Per\u00edodo de Vig\u00eancia: 05\/05\/2016 \u00e0 07\/05\/2016Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim REGISTROS, PATENTES E PROPRIEDADE INTELECTUAL Sigla: PATN\u00famero: 001Cr\u00e9ditos: [&hellip;]","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/609"}],"collection":[{"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=609"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/609\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":610,"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/609\/revisions\/610"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/propesp.uepa.br\/ppgcipe\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=609"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}